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Quando a Fashion Week conheceu a Paper Couture

Depois de um intenso mês de Março na passerelle, recuperamos das celebrações de alto glamour. Moda Lisboa e Portugal Fashion já contam ambas com mais de duas décadas a impulsionar a moda nacional e a criar parcerias com outras fashion week, Paris, Milão ou Londres. Talentos emergentes ou consagrados nomes do sector, presentearam-nos com criatividade e coragem.

Contaminados por esse espírito e inspirados por assimetrias, fibras e texturas, não podíamos deixar de recordar a obra do designer brasileiro Jum Nakao. A sua colecção de vestidos de papel foi estreada em 2004 na Fashion Week de São Paulo sob o tema A Costura do Invisível.

 

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Não satisfeito com o impacto e beleza de tais formas, Nakao pediu às modelos para rasgarem os seus vestidos no final da passerelle – aqui quase nos cai a lágrima! , como recordatório de que “a moda é um medio mais e não a finalidade em si ” .

Actualmente Jum Nakao trabalha tanto em moda como arte e o seu legado faz parte de colecções de galerias e museus à volta do mundo, tal como a incrível colecção de paper couture criada para o MOMU, Museu de Moda de Antwerp.

 

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Depois deste relato de efemeridade e beleza, resta-nos desejar-lhe um bom começo de semana, repleto de brilho e glamour, ainda que por breves momentos!

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