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A fusão de dois artistas como Hari e Deepti foi essencial para a criação de um trabalho tão magnífico. Não mais do que uma caixa de Pandora repleta de histórias fantásticas e muita imaginação foi da Índia até Denver, Colorado, para criar cenários espetaculares brincando apenas com o papel e a luz.
O teatro de sombras do Bali foi para esta dupla a influência mais relevante, permitindo-lhes experimentar com o papel e a luz para criar uma arte com profundidade e matizes. Segundo comentaram anteriormente, ’o que nos surpreende nas caixas de luz de corte de papel é a dicotomia da peça no seu estado iluminado e sem luz, o contraste é tão acentuado que tem este efeito místico nos espetadores.’
Tal como referiram na apresentação: ‘O papel é brutal na sua simplicidade como meio. Exige a atenção do artista enquanto lhe proporciona a suavidade que necessita para o moldar em algo bonito. É brincalhão, leve, incolor e colorido. É mínimo e complexo. Reflete a luz, cria profundidade e ilusões de uma forma que leva o artista através de uma viagem com possibilidades ilimitadas’.
A sua arte esteve exposta em BordoBello, em Nova Iorque, tendo sido convidados pelo AIGA para construir uma peça de 1,83 m × 1,83 m, uma aposta maior do aquilo a que estão habituados. Que grandes!