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Estamos muito contentes com a trajetória deste estúdio de design de Granada e por confiar nos nossos papéis. Eles próprios fazem as apresentações:
Manigua surgiu da aprendizagem de experiências editoriais tão intensas e singulares como as revistas «Olvidos de Granada», «La fábrica del sur» e «Referencias». Alguns prémios e uma atividade contínua como freelancer com a Câmara Municipal e a Junta de Granada marcaram o momento para constituir a Manigua, em 1989.
Nascemos com a vocação de trabalhar para instituições culturais, mas ao longo dos anos os nossos clientes diversificaram-se muito e, atualmente, trabalhamos para empresas públicas de diversas áreas, como o turismo, a saúde e as obras públicas, e também para empresas privadas muito diferentes.
Nestes anos foram muitos os trabalhos realizados, mas importa referir a frutífera relação que uniu e une a Manigua com o Festival Internacional de Música e Dança de Granada, a Orquestra da Cidade de Granada, o Teatro Central de Sevilha, o Centro de arte José Guerrero de Granada, o artista Rogelio López Cuenca, a Ibermúsica, a Casa de Velázquez ou o CNDM. A nossa trajetória e experiência e o nosso crescimento profissional estão muito ligados a eles.
A equipa humana é composta por seis pessoas (licenciadas em Belas Artes, Ciências Económicas e Empresariais, Filologia Hispânica e Filologia Inglesa) dedicadas à conceção e produção de qualquer projeto gráfico, e fazemo-lo a partir de Granada, trabalhando com clientes e fornecedores de todos os lados.
Entre os prémios recebidos ao longo de nossa trajetória, destacamos: seleção para o Prémio Nacional de Design (2002); finalistas para os Prémios Laus (2008) com a imagem da época 2007-2008 da OCG; finalistas para a primeira edição dos Prémios do Design em Andaluzia (2011); Menção Honrosa na terceira edição da Bienal Ibero-americana de Design (2012).
Para a Manigua, o design gráfico é um trabalho que, como Mijail Bajtin acreditava, aproxima a arte à vida, e vice-versa, num processo misto e plural de reformulações contínuas, mas também aproveitando a acumulação de experiências e tentando estar atento a tudo o que sucede e nos interessa: política, arte, música, literatura, cinema…
Nós, como Roland Barthes gostaríamos de aspirar ao “sapientia”: nenhum poder, um pouco de sabedoria prudente e o máximo de sabor possível.
+info: Manigua
Em seguida partilhamos alguns exemplos da sua carreira profissional:
_Catálogo ‘Artistes de la Casa de Velázquez’ de Madrid, produzido com Materica Clay de 180 g para as capas e Symbol Freelife Satin de 170 g para o interior.
_Catálogo para o ‘Festival Internacional de Música y Danza de Granada’, todo o interior produzido com Symbol Tatami de 115 g a capa com Symbol Freelife Satin de 350 g.
_Livro de relatos ‘Cuentos de Película’ produzido com Old Mill Bianco de 250 g para a capa e Arcoprint Edizione 1.7. de 90 g para o interior.
_‘Desbordamiento de Val de Omar’, catálogo produzido com Arcoprint de 140 g para o Museu Nacional Rainha Sofia.
_Catálogo para ‘Las miradas del arte’ de Granada, produzido com Materica Gesso de 180 g para a capa e o interior com Symbol Freelife Matt Plus de 170 g.