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É verdade que houve um aumento de vendas de livros digitais, mas as pessoas continuam a afirmar que preferem ter uma experiência tátil com a leitura em papel. Além disso, segundo a Scientific American, há uma linha de investigação que confirma que o cérebro interpreta de forma diferente a linguagem escrita e a digital e por isso retém melhor o que leu em papel do que aquilo que leu em ecrã digital.
Trata-se de uma nova terminologia conhecida como ‘dissonância háptica’ (relativa ao sentido do tato) e que se refere à desigualdade entre o papel e o ecrã. Por que motivos as pessoas ainda gostam da sensação do papel e da sua textura? Estamos habituados à sensação do papel e da tinta, além disso, o nosso cérebro precisa de reconhecer as letras como objetos físicos, como algo tangível, por esta razão a linguagem escrita em papel é interpretada como topografia e o mesmo não acontece no ecrã digital. De acordo com diversos estudos, muitos estudantes preferem estudar em papel para reterem melhor a leitura, ao contrário, quando se trata da leitura de notícias ou textos de menos relevância, é muito mais comum usar o ecrã. Ao nível da publicidade é também importante ter uma estratégia clara, especialmente se o que pretende ao publicitar os produtos é uma aprendizagem ou que as pessoas recordem melhor a sua marca, o preço ou as ofertas.
Mas, será que as novas gerações preferem a leitura em papel ou em ecrã digital?