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Dizem que um papel não pode ser dobrado mais do que sete vezes consecutivas, embora no vídeo consigam fazê-lo até 10 vezes com uma folha em formato quadrado. Tal como a espessura do papel, a sua forma e o seu tamanho determinam o número de dobras possíveis, chegando um momento em que se torna fisicamente impossível continuar a fazer dobragens.
Mas, matematicamente, é de facto possível demonstrar a espessura do papel após várias dobragens.
Foi comprovado que, com 10 dobragens e uma espessura de folha de 0,14 mm, ultrapassa-se a largura do livro mais espesso da biblioteca:
210 · 0,14 mm = 1 024 · 0,14 mm = 143,36 mm = 14,336 cm
E, ainda mais surpreendente, com 22 dobragens obter-se-ia uma espessura superior à da altura da torre Eiffel (324 m):
222 · 0,14 mm = 4 194 304 · 0,14 mm = 587 202,56 mm = 587,20256 m
Ou, conforme se refere no vídeo, com 30 dobragens atingir-se-ia o limite da atmosfera terrestre. E dobrando 50 vezes chegar-se-ia o sol.