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A arte de Hang Fen representa uma utopia, um mundo idealizado a partir da construção de cidades de papel. Procura uma qualidade etérea, frágil, contraposta às cidades densas, caóticas, contaminadas em que vivemos.
As suas cidades são edifícios de diferentes formatos, impressos a laser sobre papel vegetal e com decalque, que se agrupam como cachos pendurados do teto.
Esta instalação levou-nos até Aaron Betsky, arquiteto e crítico de arte, para refletir sobre o queer space (o espaço estranho), «um tipo de espaço que me parece libertador e que nos pode ajudar a evitar algumas das características mais limitadas da cidade moderna. É um espaço sem utilização, que é amoral e sensual, que vive apenas nas e para as experiências.»
Até que experiências te leva?