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É este o desafio que nos é proposto pelo projeto Paperscape.
Lisboa é conhecida em primeiro lugar pela sua calçada mas o que é certo é que não há turista que não pare para fotografar uma das muito típicas parede de azulejos. Basta andar um pouco pela cidade para nos apercebermos que existem centenas de padrões diferentes a cobrirem edifícios seculares por todos os bairros.
Com o aumento do turismo em Lisboa, uma das consequências que se tem vindo a verificar no terreno é que estas pequenas obras de arte têm desaparecido dos seus lugares – muitos deles para serem vendidos a turistas que querem levar Lisboa no azulejo.
Ora, para parar com este flagelo, as SAL – Sofia Correia, Ana Marques e Lúcia Durão, iniciaram este magnífico projeto a que chamaram – Paperscape. Assim, os visitantes da cidade em vez de levarem um azulejo retirado de qualquer fachada que ficaria incompleta e vandalizada, levam um exemplar do mesmo mas em papel! É ou não uma boa ideia?!
Existem reproduções de azulejos de vários bairros típicos, e as formas ganham ainda mais vida por serem feitas em camadas de papel e que se sobrepõem umas nas outras dando uma sensação de tridimensionalidade para além do lindo padrão que representam.
O tamanho é o de um azulejo, o papel é o nosso Sirio Pearl 300 gr em que a única técnica existente é o corte a laser.

Simples e eficaz para quem quer levar Lisboa no coração e não só.
+ info sobre Paperscape no site, Facebook ou na loja online.