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Um diário pode ser o nosso amigo mais íntimo.
Aquele que sabe todos os nossos segredos, mesmo aqueles que não nos atrevemos a dizer em voz alta.
Pode ser gráfico, pode ser um diário de bordo das viagens que fazemos, pode ser o registo dos nossos sonhos ou das nossas ambições futuras, listas de supermercado ou já bastante fora de uso mas sem por isso deixar de ser pertinente, a nossa lista telefónica.
O diário pode ser apenas com caderno como pode ter um cadeado e uma chave para o abrir – isto na visão mais adolescente de manter os segredos fechados à chave – ou pode ser um objeto de afeto, tal como o é o nosso primeiro peluche com que adormecíamos e que para sempre sabemos o seu cheiro de cor.
Hoje falamos do Diary d’O beija-flor que foi produzido para ser um objeto de afeto. Percebemos isso ao lermos o que a Susana – autora d’O beija-flor escreve sobre o seu significado de diário e a forma como passou o briefing aos autores das ilustrações e dos textos presentes na capa e contracapa.
As belíssimas ilustrações ficaram a cargo da Mariana, A Miserável e os textos são do Frederico Marques. Com a Fedrigoni ficam os créditos do miolo deste objeto, feito com Arcoprint Edizioni 1.3 100gr/m2.
A capa é em cartão prensado serigrafado a duas cores com estampagem dourada em baixo relevo em alguns pormenores na capa e lombada.
Na encadernação, o miolo é cosido mecanicamente e apenas uma guarda do caderno é colada à capa dura.